PDT-Campinas marca presença na convenção do partido em SP

Francisco Soares de Souza, presidente do Sinpospetro e do PDT-Campinas, reuniu integrantes do diretório,pré-candidatos e filiados da legenda para a participação na convenção estadual do partido, nesta quinta-feira 26, na Assembleia Legislativa de São Paulo ( Alesp).

Realizado das 12h30 as 15h00 no auditório Franco Montoro, o ato teve as presenças de Ciro Gomes e do presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e definiu, além dos 40 nomes para a disputa ao cargo de deputado federal e outros 80 para deputado estadual, o apoio do PDT à reeleição de Márcio França (PSB), governador de São Paulo.

Do palanque, onde também estava o prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), o governador afirmou ser uma honra andar ao lado de Ciro e destacou a importância do PDT na tarefa de Governar SP : “Isso aqui é um país dentro de um país”, disse. Para Francisco Soares de Souza, a aliança firmada em SP fortalece o PDT em seu projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil e dá musculatura à candidatura de Ciro Gomes, “hoje, o mais preparado para enfrentar o desafio de retomar no país a geração de empregos e restabelecer a sua soberania”, disse.
Ciro Gomes: Em um discurso embasado no cenário político e econômico, Ciro Gomes afirmou que São Paulo precisa voltar a ter o protagonismo que sempre teve na economia brasileira, e alertou para o fechamento de mais de 13 mil empresas – quatro mil das quais em SP – somente nos últimos três anos.
Desemprego: Sobre o que chamou de “nefasta combinação de insensibilidade e descompostura” do atual governo, atentou para a gravidade da situação de desemprego sob a qual está hoje mais de 13,7 milhões de pessoas. “Por trás desses números estão pessoas reais, com contas para pagar e famílias para alimentar” lembrou. Ciro classificou como sendo intolerável que atualmente mais de 32 milhões de pessoas estejam obrigadas ao “bico” e ao trabalho informal, na tentativa diária, nem sempre bem-sucedida, de levar para casa algum alimento.
Criminalidade: Ao falar sobre criminalidade, afirmou que o bandistismo que desafia o estado democrático de direito revela-se no fato de que, no Brasil, são desvendadas menos de 10% das mais de sessenta mil mortes violentas que o país contabiliza por ano. E lembrou: “Cada uma delas poderia ser nossos filhos, nossa mãe, nosso irmão ou amigo”.
Esperança: Ao finalizar o discurso, Ciro ressaltou que a resposta a tantas mazelas não é negar a política, mas ocupá-la com decência e postura. “Transformem o sentimento de revolta em ato de construção”, pediu. “Não desistam do Brasil”. “Ofereçam uma nova chance a essa grande Pátria”. É só um momento ruim, nossa força pode virar esse jogo” – finalizou.

Leila de Oliveira – Assessoria de Imprensa do Sinpospetro-Campinas

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