Fepospetro empossa nova diretoria

A Federação dos Frentistas de SP – Fepospetro- realizou na manhã dessa terça-feira, 1° de setembro, uma reunião durante a qual empossou a sua nova diretoria para o mandato 2019-2023.
O encontro aconteceu na sede da Fepospetro, no bairro Lapa, em SP, e contou com a presença de dirigentes dos dezoito sindicatos filiados da entidade, e com os quais representam os cem mil trabalhadores em postos de combustíveis do estado de SP.
Presidente reeleito, Luiz Arraes, na ocasião, reafirmou o compromisso pela defesa dos direitos e organização da categoria, e por uma gestão transparente e democrática, sem perder o foco das questões de alcance nacional. A importância do fortalecimento da luta contra os ataques ao emprego dos frentistas, materializada nas propostas pelo autosserviço nos postos, por parlamentares pró- governo, esteve entre os assuntos debatidos: “Estamos sob um Governo que não tem projeto a favor da classe trabalhadora, daí a importância de nos mantermos cada vez mais unidos e coesos”, observou Luiz Arraes, ao falar da agenda de luta da nova diretoria da Fepospetro.
Após a assinatura do termo de posse, e do encerramento das falas dos demais dirigentes, Luiz Arraes anunciou que pretende celebrar a posse da nova diretoria com um evento, a ser realizado ainda esse ano.
Ele finalizou a reunião agradecendo a todos e todas pela confiança, e enaltecendo os 39 membros da nova diretoria pela disponibilidade de participação, ante a difícil da conjuntura nacional: “Reafirmo aqui minha disposição para apoio nas ações de fortalecimento da agenda de luta das entidades”, ressaltou.
Campanha Salarial: Também foi debatido pelos sindicalistas, durante a reunião, as dificuldades previstas para a campanha salarial que se aproxima. Abrangente aos cem mil trabalhadores em postos de combustíveis, a campanha é há mais de vinte anos unificada, através dos dezoito sindicatos, pela Fepospetro, período durante o qual jamais foi finalizada sem que houvesse registrado aumento real de salários e de benefícios, e nenhum retrocesso de conquistas.

*Leila de Oliveira

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